"CORES E LUZES DE BELO HORIZONTE" - LIVRO DE FERNANDO RABÊLO QUE RETRATA EM FOTOS,DE FORMA BRILHANTE E ARTÍSTICA A BELEZA INUSITADA DE BELO HORIZONTE-LANÇAMENTO HOJE,11-08-2014,ÁS 18:30 HORAS



O criativo fotógrafo Fernando Rabêlo


Uma capital vista do alto

Se alguém não se orgulha de morar em Beagá, talvez o fotógrafo Fernando Rabelo seja capaz de fazê-lo mudar de ideia. Quem já admira a cidade ficará, então, de queixo caído. No livro Cores e Luzes de Belo Horizonte, Rabelo apresenta cartões-postais vistos do alto ou de ângulos pouco convencionais. A Igrejinha da Pampulha, o Edifício Niemeyer e o Coreto do Parque Municipal (nas fotos acima, em sentido horário) são uma pequena amostra do trabalho realizado pelo fotógrafo, com o suporte de textos assinados por seu pai, o jornalista José Maria Rabêlo. O lançamento será na segunda (11), às 18h30, no Hall das Bandeiras da Assembleia Legislativa.
Fonte:http://vejabh.abril.com.br/edicoes/historias-cidade-794299.shtml


"Cores e Luzes de Belo Horizonte"


Cores e Luzes de Belo Horizonte mostra visualmente as principais atrações da Cidade e arredores, constituindo uma obra de are pela sua altíssima qualidade gráfica e editorial. Com belas fotos de Fernando Rabelo, textos e legendas de José Maria Rabêlo, redigido em português, inglês e espanhol, o livro é um retrato abrangente da vida belo-horizontina, vista sob seus diferentes e múltiplus ângulos.

Confira mais detalhes da obra:
“Com texto em português, inglês e espanhol e uma belíssima cobertura fotográfica, Cores e Luzes de Belo Horizonte mostra os diferentes aspectos da capital, de modo a induzir o conhecimento da Cidade pelos visitantes e, ao mesmo tempo, a oferecer uma nova visão aos que nela residem. São múltiplas imagens do fotógrafo Fernando Rabelo, um dos mais conceituados do país. Seu olhar poético perpassa todo o trabalho, revelando-se uma Belo Horizonte deslumbrante, que vamos descobrindo a cada rua, a cada praça, a cada esquina.
Completam o livro um texto elaborado pelo jornalista José Maria Rabêlo, com a história e a pré-história de Belo Horizonte e relação detalhada de seus principais atrativos, além das legendas esclarecedoras que acompanham as dezenas de fotos.
Cores e Luzes de Belo Horizonte apresenta igualmente um posfácio do professor Alex Bohrer, da UFOP, Universidade Federal de Ouro Preto, com um resumo da criação e do desenvolvimento da capital mineira, e prefácio do jornalista Mauro Werkema, presidente da Belotur, ressaltando a importância da publicação.
Fernando Rabelo é também autor de Tributo à Lagoa, sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, com sete edições.
José Maria Rabêlo é autor de diversas obras sobre a Cidade, entre elas, Belo Horizonte. Do Arraial à Metrópole – 300 Anos de História, editada recentemente.
O lançamento será realizado no Hall da Assembleia Legislativa, no dia 11 de agosto, a partir de 18h30.”

Livro de Fernando Rabelo exibe ângulos inusitados da capital mineira

Vista do alto, a metrópole ganha contornos surpreendentes em harmonia com as montanhas.

Mostrar a BH que quase ninguém vê. Essa é a proposta do fotógrafo Fernando Rabelo, que chegou a voar de ultraleve para descobrir ângulos surpreendentes da capital mineira. O resultado pode ser conferido no livro 'Cores e luzes de Belo Horizonte', que será lançado hoje à noite, na Assembleia Legislativa.

Coroando o trabalho iniciado no ano passado, quando voltou a viver na cidade depois de morar por quase 25 anos no Rio de Janeiro, Fernando aceitou o desafio feito pelo pai, o jornalista José Maria Rabêlo: lançar um olhar poético sobre Belo Horizonte. O próprio José Maria assina os textos e legendas do livro.

Com passagens por vários órgãos da grande imprensa – 'Jornal do Brasil', 'O Globo' e 'Folha de S. Paulo', entre eles –, Fernando é autor do premiado 'Tributo à lagoa', sobre a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, que já chegou à sétima edição. Em sua busca por ângulos diferentes de BH, ele conta ter priorizado aqueles que fogem ao lugar-comum. “Não queria mostrar o óbvio nem publicar um livro a mais, mas fazer um trabalho novo, que pudesse fazer a diferença”, diz Rabelo. 


Circuito Cultural da Praca da Liberdade composto de treze instituições
Para levar adiante essa proposta, foi preciso ter muita criatividade. Fernando, aliás, não mediu esforços: fez fotos do alto de vários prédios, no meio da rua e em horários inusitados, além de voar sobre a capital de ultraleve. “Isso me possibilitou, por exemplo, fotografar as linhas arquitetônicas do Edifício Niemeyer, na Praça da Liberdade, inspiradas nas montanhas de Minas. É um prédio-símbolo de Belo Horizonte”, observa. 

Valendo-se do ultraleve, ele conseguiu ângulos diferentes do Minas Tênis Clube, no Bairro de Lourdes, e da Igreja de São Francisco, na Pampulha, projetada por Oscar Niemeyer. Outra bela imagem aérea mostra o Centro da cidade com seus edifícios. Lá de cima, vemos também o câmpus da Universidade Federal de Minas Gerais, na Pampulha, e o BH Shopping, no Belvedere.

Antigamente Com seu olhar atento, Fernando Rabelo não se esqueceu de registrar aspectos da antiga Belo Horizonte, como o emblemático coreto da Praça da Liberdade. O prédio do Tribunal da Justiça de Minas Gerais, no Centro, surge em interessante contraste com a moderna Cidade Administrativa. 

“Documentei também – e acho que ninguém ainda havia mostrado isso em livro – cenas do carnaval de rua, que, de uns anos para cá, renasceu em Belo Horizonte. Fotografei o movimento nos bares da Savassi durante a Copa do Mundo, quando turistas de vários países vieram conhecer a capital”, conta.

Das cerca de 10 mil fotos da capital mineira e arredores, Fernando Rabelo selecionou as 96 publicadas em 'Cores e luzes da cidade'. Não foi tarefa fácil. “ Tive de me desdobrar. Com tristeza, deixei de usar muitas imagens bonitas, que, com certeza, dariam para fazer um ou mais dois livros”, conclui.


CÂMERA E EXÍLIO

Em 1964, o belo-horizontino Fernando Rabelo, com apenas 2 anos, teve de deixar a capital mineira. Perseguido pelo governo militar, o pai dele, jornalista José Maria Rabêlo, teve de se exilar no Chile. A família viveu lá até 1973, quando o golpe dos generais derrubou o governo socialista de Salvador Allende. “Tinha 11 anos e me lembro de que tivemos de ir às pressas para Paris, onde, dois anos depois, ganhei a primeira câmera fotográfica, presente de minha mãe. Foi assim que comecei na profissão”, revela. A família Rabêlo só voltou ao Brasil em 1979, com a decretação da anistia.
'CORES E LUZES DE BELO HORIZONTE'
De Fernando Rabelo (fotos) e José Maria Rabêlo (texto)
Editora Legraphar, 132 páginas
Lançamento hoje, às 18h30, no hall da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho. Informações: (31) 3282-1320. 
RESENHA
O fotógrafo Fernando Rabêlo lança o livro Cores e Luzes de Belo Horizonte. A publicação traz uma cobertura fotográfica de vários locais e monumentos da capital mineira. A obra - escrita em português, inglês e espanhol - conta ainda com um texto de apresentação da cidade redigido pelo jornalista mineiro José Maria Rabêlo que, recentemente, também lançou um livro contando a história de BH,conforme reportagem abaixo. O prefácio é de Mauro Werkema, presidente da Belotur - empresa municipal de turismo de Belo Horizonte.

O lançamento do livro Cores e Luzes de Belo Horizonte ocorre no dia 11 de agosto às 18h30, no hall da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (rua Rodrigues Caldas nº 30, bairro Santo Agostinho). 


Fonte:http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/encontro-indica/2014/08/06/noticia_encontro_indica,149767/

Completando 116 anos, Belo Horizonte ganha livro sobre sua história

Discussão sobre o pioneirismo da fundação e até atentado contra presidente da república estão presentes na obra, que retrata vários fatos curiosos da capital mineira.


Segundo Rabêlo, para realizar o livro, foi preciso uma pesquisa que gerou cerca de 3 kg de documentos (Divulgação)
Segundo Rabêlo, para realizar o livro, foi preciso uma pesquisa que gerou cerca de 3 kg de documentos
O jornalista e escritor José Maria Rabêlo aproveita o aniversário de Beagá para lançar o livro Belo Horizonte do Arraial à Metrópole, que retrata a trajetória da capital mineira desde os tempos de Curral Del Rey. Segundo o autor, a publicação registra três séculos de história, apesar de a cidade completar 116 anos em 2013. "A Belo Horizonte que conhecemos começou a nascer no começo do século XVIII. Este é ponto de partida do livro", diz José Maria Rabêlo.

A obra, que tem 360 páginas, é dividida em duas partes: História Geral e Capítulos Temáticos. A primeira é uma narrativa cronológica, que trata dos fatos mais marcantes da história da capital. Já a segunda, faz uma análise mais profunda desses fatos, apresentando os elementos que os compõe, como personagens, praças, igrejas e monumentos. Rabêlo conta que, para escrever o livro, foram necessários oito anos de pesquisa: "Nesse tempo tive contato com cerca de 2 mil jornais e revistas. Além disso, pesquisei em todos os museus da cidade e em outros locais como Rio de Janeiro, São João del Rey, Ouro Preto, e até em Portugal”.

O livro traz muitas curiosidades e esclarece alguns equívocos da história de Belo Horizonte. Segundo José Maria Rabêlo, até mesmo o historiador Abílio Barreto, responsável pela primeira publicação sobre a cidade, se equivocou ao atribuir a fundação da capital a João Leite da Silva Ortiz, e não a Francisco Homem Del Rey.  Outro fato curioso retratado no livro do jornalista mineiro é a localização da primeira usina hidrelétrica da cidade. Ela ficava onde hoje é o bairro Granja de Freitas, região leste da capital. A extinta usina forneceu energia para iluminar Belo Horizonte no dia 12 de dezembro de 1897, data de sua inauguração.

Além dos fatos que dizem respeito a lugares e pessoas vinculadas à cidade, o livro de José Maria Rabêlo também mostra acontecimentos nacionais que se passaram em BH. Um deles diz respeito ao período que antecede a Ditadura Militar e a chegada dos militares ao poder. "Havia aqui um plano para assassinar o presidente João Goulart, que viria discursar no dia 21 de abril de 1964. O atentado só não se concretizou porque o golpe ocorreu três semanas antes", explica.

Seguindo a ideia de George Santayana – pseudônimo do poeta e filósofo espanhol Jorge Ruiz de Santayana y Borrás –, que diz que "Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo", o escritor José Maria Rabêlo espera que sua publicação sirva para que as novas gerações conheçam e entendam a história da capital mineira. "Costuma-se dizer que nossa cidade não tem história, por ser muito jovem. Isso é um grande engano". E completa: "Espero que nosso esforço para tornar a cidade mais conhecida faça aumentar o amor por ela".
12/12/2013
Fonte:http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/encontro-indica/2013/12/12/noticia_encontro_indica,146827/